quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

1001 perguntas


Nem tudo é como queremos, nem como planeamos, é complicado. Gostamos de nos sentir realizados e felizes com quem amamos ou estamos. Dá para ver quando há pessoas que valem a pena, pessoas a quem nos entregamos de corpo e alma. Dá para ver quando há pessoas mesquinhas e falsas que merecem ser desprezadas. Falemos de amores impossíveis de esquecer, falemos de tudo e mais alguma coisa. Já toda a gente chorou porque apeteceu, por vontade livre de chorar. Já toda a gente se riu quando não havia motivos para rir. Sejamos felizes à nossa maneira. Quantas vezes não apanhamos uma constipação por não ouvir a mãe a dizer para levar guarda-chuva? Quantas vezes não ficamos com dor de garganta por andar descalços pela casa quando o chão está gelado? São factos reais. Já pensei nisto. É um ciclo vicioso. Todos cometemos os mesmos erros, está-nos no sangue. É no mínimo estranho, mas interessante. Porque é que quando queremos que esteja calor, está frio? Porque é que quando queremos que uma coisa não aconteça, ela acontece? Porque é que perdemos pessoas, se nunca as possuímos? São tantas perguntas sem resposta! Em 2 respostas certas, temos 1001 perguntas erradas... É preciso ter uma sorte do caraças.

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