Andamos ambos em horizontes cúmplices,
Tentando cobrir a solidão que permanece.
Andamos ambos perdidos num tempo,
Tentado apagar a memória de gira-discos.
Andamos ambos a precisar um do outro,
Tentando resistir por uma causa óbvia.
Andamos ambos numa incerteza estranhamente louca,
Tentando mostrar que temos mais em comum.
Andamos ambos a querer trocar lábios,
Tentando encontrar respostas a perguntas sem nexo.
Andamos ambos a deixar-nos levar um pelo outro,
Tentado não ficar presos, num turbilhão.
Andamos ambos a gostar um do outro,
Tentando não sentir o que estamos a sentir!
estou sempre a aprender com o teu jeito, love.
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